quinta-feira, 18 de junho de 2020

ARTE EGÍPCIA


Arte Egípcia

Introdução: As artes no Egito Antigo estavam muito relacionadas com a vida religiosa.  A maioria das estátuas, pinturas, monumentos e obras arquitetônicas estavam ligados, direta ou indiretamente, aos temas religiosos.

Pintura Egípcia: Grande parte das pinturas era feitas nas paredes das pirâmides. Estas obras retratavam a vida dos faraós, as ações dos deuses, a vida após a morte entre outros temas da vida religiosa.  Estes desenhos eram feitos de maneira que as figuras eram mostradas de perfil.  Os egípcios não trabalhavam com a técnica da perspectiva (imagens tridimensionais).  Os desenhos eram acompanhados de textos, feitos em escrita hieroglífica (as palavras e expressões eram representadas por desenhos). As tintas eram obtidas na natureza (pó de minérios, substâncias orgânicas, etc.).
Escultura Egípcia: Nas tumbas de diversos faraós foram encontradas diversas esculturas do ouro. Os artistas egípcios conheciam muito bem as técnicas de trabalho artístico em ouro.  Faziam estatuetas representando deuses e deusas da religião politeísta egípcia.  O ouro também era utilizado para fazer máscaras mortuárias que serviam de proteção para o rosto da múmia.


Arquitetura Egípcia: Os egípcios desenvolveram vários conhecimentos matemáticos.  Com isso, conseguiram erguer obras que sobrevivem até os dias de hoje. Templos, palácios e pirâmides foram construídos em homenagem aos deuses e aos faraós. Eram grandiosos e imponentes, pois deviam mostrar todo poder do faraó. Eram construídos com blocos de pedra, utilizando-se mão-de-obra escrava para o trabalho pesado.

 A escrita egípcia: Também foi algo importante para este povo, pois permitiu a divulgação de ideias, comunicação e controle de impostos.  Existiam duas formas principais de escrita: a escrita demótica (mais simplificada e usada para assuntos do cotidiano) e a hieroglífica (mais  complexa  e  formada  por  desenhos  e  símbolos).  As paredes internas das pirâmides eram repletas de textos que falavam sobre a vida do faraó, rezas e mensagens para espantar possíveis saqueadores. Uma espécie de papel chamado papiro, que era produzido a partir de uma planta de mesmo nome, também era utilizado para registrar os textos.  Hieróglifos: a escrita egípcia.


Pirâmide de Gizé (um das sete maravilhas) arte egípcia teve algumas características básicas que a distinguiram: Na representação da figura humana, o rosto era sempre apresentado de perfil, mesmo os olhos sendo mostrados de frente.  Isso nos dá certo ar de irrealidade. O tronco era apresentado de frente, mas as pernas sempre estavam de perfil. Esse é um aspecto bem curioso e chama-se lei do frontalidade. É fácil observar essa característica na maior parte do alto-relevo e representações pictóricas do antigo Egito. A arte, no período era padronizada, pois seguia critérios religiosos; assim, não se fazia uso da criatividade ou da imaginação. 
As pinturas eram anônimas e não registravam o estilo do artista, mas o faraó. A primeira regra a ser seguida era: A lei da frontalidade: era obrigatória e consistia na representação de pessoas com o tronco de frente, os pés, a cabeça e as pernas ficavam de perfil. Portanto, não era uma arte naturalista. Na escultura, apesar das convenções, as estátuas eram representadas de acordo com os traços particulares da pessoa, principalmente a posição que ocupava na sociedade, o seu trabalho e traços raciais. Havia outro aspecto, conhecido como peso da alma.  As pessoas mais importantes eram representadas em tamanho maior. Assim, o Faraó era sempre maior do que sua esposa. Em seguida a esses, pela ordem de tamanho, vinham os sacerdotes, os escribas, os soldados e finalmente o resto do povo. Por isso transmite-se a ideia de que os faraós eram figuras gigantescas, o que nem sempre era verdade.





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